fbpx Skip to main content

Parábola do joio e do trigo – Mateus 13:24-43

“Jesus lhes contou outra parábola, dizendo: ‘O Reino dos céus é como um homem que semeou boa semente em seu campo. Mas enquanto todos dormiam, veio o seu inimigo e semeou o joio no meio do trigo e se foi. Quando o trigo brotou e formou espigas, o joio também apareceu.’” — Mateus 13:24-26

O “joio”, (também é chamado “loio”), do grego zizánion, é uma planta daninha extremamente parecida com o trigo, antes da espiga amadurecer. É uma planta que floresce uma vez por ano.

Cientificamente o seu nome é Lolium temulentum; seu número de grãos é muito menor do que o trigo. Dizem os entendidos que se esses grãos fossem pilados até formarem uma farinha, esta seria venenosa. Por conseguinte, ela não serve para coisa alguma, a não ser para ser lançada fora.

De fato, somente os especialistas são capazes de distinguir o joio do trigo verdadeiro. Nos estágios finais de amadurecimento, as diferenças são notáveis. Portanto, é quase impossível arrancar o joio sem danificar seriamente o trigo, no meio do qual se desenvolveu.

O símbolo do joio — Jesus ilustrou o caráter essencial do homem, quer discípulo verdadeiro ou falso. Somente pelos resultados do caráter do indivíduo, é que podemos saber ao certo qual a sua natureza.

Interpretação da Parábola

³⁶ “Então ele deixou a multidão e foi para casa. Seus discípulos aproximaram-se dele e disseram: ‘Explica-nos a parábola do joio no campo”. ³⁷ Ele respondeu: “Aquele que semeou a boa semente é o

Filho do homem.’” — Mateus 13:36-37

Neste último versículo a ênfase é posta sobre a pessoa de Jesus, o Cristo; o autor desse evangelho ensina que o cristianismo é a religião universal e que o fundador dessa fé é universalmente importante para todos os tempos.

“O campo é o mundo, e a boa semente são os filhos do Reino. O joio são os filhos do Maligno,” — Mateus 13:38

“O campo é o mundo…”

O campo é o mundo inteiro — no ponto vista de que o “mundo” é a esfera onde a igreja exerce sua influência, consequentemente a parábola descreve o mundo físico, qual passa a ser considerado como um tipo de “Reino dos Céus”, ou Igreja.

Esta Parábola fala de “joio” e de “trigo”. O “joio” é a imitação do trigo. Porquanto o “joio” não é somente qualquer pessoa irreligiosa ou incrédula, mas aqueles que fingem ser parte do “reino”, postando-se entre cristãos. Mas não significa que esses fingidos façam parte da igreja que prega o evangelho. Contudo, a experiência humana demonstra que, de fato, existem “joios” em qualquer denominação ou igreja.

Esta parábola. Descreve o período da história do mundo que teve seu início com o ministério de Cristo, e que terminará com o julgamento.

Jesus refere-se a esse período como se fosse uma estação própria para semeadura e a colheita.

“… e a boa semente são os filhos do Reino…”

Nota-se que na parábola do semeador, a “semente” representava a “palavra” ou “mensagem” de Cristo, as boas novas do reino. Mas aqui a semente representa o “resultado” ou “fruto” da semente, ou seja, os filhos do reino.

“…O joio são os filhos do Maligno.”

Usualmente se aplica aos religiosos, (que não possuem vida espiritual), mas refere-se principalmente de pessoas dotadas de religião falsa (imitadores dos verdadeiros cristãos).

O versículo 41 mostra uma aplicação mais ampla para o “joio”: representa “todos os escândalos e os que praticam a iniquidade”

O joio representa os “falsos discípulos” do reino.

…são os filhos do Maligno.”

O Maligno é Satanás, e o inimigo que o semeia é o diabo. A colheita é o fim desta era, e os encarregados da colheita são anjos.

Assim como o joio é colhido e queimado no fogo, assim também acontecerá no fim desta era. O Filho do homem enviará os seus anjos, e eles tirarão do seu Reino tudo o que faz tropeçar e todos os que praticam o mal. Eles os lançarão na fornalha ardente, onde haverá choro e ranger de dentes. Então os justos brilharão como o sol no Reino do seu Pai. Aquele que tem ouvidos, ouça”. — Mateus 13:40-43.

Os planos de Deus desenvolvem-se somente em seu tempo. Jerusalém não conheceu o Dia da sua visitação (o seu kairos) e crucificou o Messias.

Temos que pedir ao SENHOR a revelação dos seus tempos proféticos. Isto implica em conhecer o que o Espírito Santo deseja fazer, pois Deus apresenta-se em tempos específicos e oportunos na história.

Se a Igreja (você e eu) deixar passar esses tempos e oportunidades, nunca mais os teremos de volta. Esta é hora da Colheita!

Como um barco a vela, devemos estar na posição correta, pois se o vento não soprar, não chegaremos a lugar nenhum. O “vento do Espírito” já está soprando, esse vento poderoso moverá a Igreja em direção ao mover de Deus em nosso tempo.

O tempo da Colheita chegou! AMÉM!

Ap. Mara Bolzan 

BAIXE ESTE ESTUDO  : CLIQUE AQUI 

 

FAÇA PARTE DO NOSSO ENCONTRO DE PASTORES E FILHOS DE PASTORES, UMA OPORTUNIDADE UNICA PARA ESTARMOS JUNTOS COM NOSSOS PASTORES CESAR E EMMA CLAUDIA CASTELLANOS E RECEBER UMA PALAVRA PODEROSA – Inscrições abertas! https://g12brasil.com/#eventos

Leave a Reply